segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Comentário Devocional do Livro de Neemias (5.13-19)

Graça, Paz e Alegria!

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Leia Neemias 5.13-19

Na orientação ao povo, Neemias se preocupa com ilustrações, com demonstrações mais visíveis para explicar. Faz isso ao sacudir suas vestes e dizer que o Senhor faça o mesmo com quem não cumprir com o querer do Senhor. O povo concorda e louva ao Senhor.

Neemias ainda mostra que como governador teria direitos a mais que não cobrou do povo. Deixa claro que recebia o necessário para seu sustento, quem sabe até mais, mas que teria ainda outras regalias que por temor ao Senhor e por entender que o povo estava se esforçando em toda a obra, não cobrou.

Talvez de forma bem didática, possamos pensar na Política em nossos dias: Neemias, nesse caso, seria o governante que recebe sim a sua parte, mas que poderia receber muito mais por conta da definição da lei, mas que abre mão desse "a mais" para não ser mais pesado para o povo e facilitar o andamento das obras necessárias. Não é muito fácil encontrarmos isso, não é mesmo? Antes de abrir mão de algo que tem direito por conta da lei, o político normalmente corta em outras áreas e aumenta imposto, se é que algum dia corta dos seus benefícios, se é que não vai ainda tentar aumentar suas regalias com base na lei.

Oremos ao Senhor para que nossos governantes possam se inspirar no exemplo de Neemias!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor


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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

As batatas!

Graça, Paz e Alegria!

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Ilustração

Um professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Durante a aula, ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa. Algumas das bolsas ficaram muito pesadas...

A tarefa de todos consistia em, durante uma semana, levar a todos os lados, a bolsa com batatas!

Naturalmente, a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo... Mas, o incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona! E, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram realmente importantes para eles.

Esta é uma pequena metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a mágoa e a negatividade. Principalmente quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa; aumentando o stress e roubando atenção da nossa alegria... Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.

VAMOS LÁ...

JOGUE FORA SUAS "BATATAS"!!!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor


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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (6.10)

Graça, Paz e Alegria!

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venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu - Mateus 6.10

Hoje, e possivelmente nas próximas duas semanas, vamos nos deter com maior atenção na segunda parte do versículo - seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.

Esse é um pedido muito sério! Pedir que Deus realize Sua vontade, na terra, da mesma forma que é feita no céu, implica em algumas coisas: morte do eu, submissão, vontade de ver a manifestação de Deus muito mais do que as manifestações de seu poder e por aí vai!

Para definir morte do eu, devemos nos lembrar que os primeiros seguidores de Cristo tornaram-se discípulos quando lhe obedeceram (Mateus 4.22). A obediência à ordem de Cristo: “segue-me”, resulta na negação de si mesmo. Não é possível tornar-se discípulo sem morrer para si mesmo, sem negar nossas próprias vontades, e sem identificar-se com Cristo (Marcos 8.34) que morreu por nossos pecados. É imperativo deixar de lado a nossa própria vontade, nossos desejos, e buscar a vontade do Senhor para nossa vida. Deixar de lado obras da carne e buscar a diferenciação da direção do Espírito, vivendo a manifestação do Fruto do Espírito. Aqui também cabe o tema da submissão, pois quando deixarmos de lado nossa própria vontade, facilmente aceitaremos a vontade do Senhor. E mais: se essa vontade é boa, perfeita e agradável (Romanos 12.1-2), é sempre o melhor para o nosso viver, ainda que num primeiro momento pareça estranho. O Senhor sempre fará o melhor.

A respeito de esperar mais da manifestação do próprio Deus do que de Seu poder, precisamos entender que quando há curas, manifestações de línguas ou profecias, ou qualquer outra manifestação que Deus realiza, e que são importantes, são manifestações do poder de Deus. É Deus agindo na história. Tudo isso é importante, mas não podemos apenas ficar atrás das bênçãos e manifestações maravilhosas de Deus. Precisamos clamar pela presença Dele em nosso meio.

Claro que Deus é onipresente, o quer dizer que Ele está em todos os lugares ao mesmo tempo. Está aqui comigo enquanto escrevo e está aí com você enquanto você lê, não importando quão longe estejamos. E Ele estará comigo também enquanto você lê este texto e está com você enquanto eu escrevo!

Seguimos com esta meditação na próxima semana, permitindo o Senhor.

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor


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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Cantem de alegria

Graça, Paz e Alegria!

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Exultem de glória os santos, cantem de alegria nos seus leitos - Salmo 149.5

Louvai ao Senhor. Com um cântico novo. Podemos pensar na eternidade, no louvor entoado quando estivermos com o Senhor. Mas podemos pensar também num cântico novo a cada dia. Não uma música nova, mas viver em novidade de vida, levando em conta em nossa vida cada vez mais a vontade do Senhor. Fazendo mais a Sua obra, deixando Ele agir sempre e mais em nossa vida, tanto para nos acertarmos, como para testemunharmos para outras pessoas!

O louvor passa pela música, pela técnica musical para quem tem aptidão para tal, pelo aprimoramento, para quem deve aprimorar o seu conhecimento, por entoarmos os cânticos, mesmo que não seja a "nossa praia" cantar... Mas vai além da música! O cântico de louvor não é apenas entoado com letra e melodia. Passa pela vida, pela forma de agir, pelo falar, pela busca, pelo testemunho e por aí vai. Louvar ao Senhor é muito mais que cantar, é agradecer tanto com música, como com atitudes e palavras.

Há tanto o que agradecer! Mas em especial, agradecemos pela salvação. Precisamos fazer as coisas em nossa vida sempre buscando o discernimento da vontade de Deus. Em cada uma de nossas atividades, em tudo o que fizermos em nosso dia a dia. Assim, poderemos experimentar cada vez mais a manifestação da vontade do Senhor e louvar sempre mais e mais, fugindo da condenação, vivendo a salvação que temos no Senhor. Não esperando apenas para a eternidade, mas também por isso. Mas vivendo desde já como perdoados e cidadãos do Reino. Louvemos ao Senhor.

Forte abraço!
Em Cristo,


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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Louvai ao Senhor

Graça, Paz e Alegria!

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Louvai ao Senhor! Louvai ao Senhor desde o céu, louvai-o nas alturas! - Salmo 148.1

Louvai ao Senhor. Toda a criação. Pois o Senhor deu ordem e tudo foi feito. Os limites foram estabelecidos, as leis do universo foram colocadas em prática por conta da ordem criadora do Senhor. Quantas vezes nos vemos no meio das dificuldades e deixamos de louvar. O salmista nos chama a louvar ao Senhor.

Há muitos motivos para declaramos nossa gratidão e nosso louvor ao Senhor. Mesmo no meio das dificuldades. Mas sempre nos lembramos de orar quando elas aparecem, e deixamos de lado o agradecimento, o louvor, com muita facilidade. Precisamos tomar cuidado e lembrar de louvar!

O Senhor criou todas as coisas e é digno de louvor. Cuida de cada uma das coisas da criação e por isso é digno de louvor. Cuida de nós, em nossas dificuldades e até mesmo quando nem sabemos que Ele nos livrou de algo, por isso Ele é digno de louvor. Podemos ampliar essa lista, e sempre iremos terminar com a certeza que o Senhor é digno de louvor. Por isso: Louve ao Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor


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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Comentário Devocional do Livro de Neemias (5.1-12)

Graça, Paz e Alegria!

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Leia Neemias 5.1-12

O povo voltou para casa. Estavam trabalhando na reconstrução e ainda tinham que dar atenção para a segurança. Realmente não sobrava muito tempo para o trabalho familiar, na busca do sustento doméstico. Só que as pessoas continuavam tendo que ter o alimento, os impostos eram pagos... Era necessário ter alguma renda!

Alguns dentre os que estavam na terra, tinham mais posses e talvez tivessem reservas ou ainda, quem cuidasse de seus próprios campos para ter o sustento. E quem não tinha, podia pegar com esses que tinham a produção com sobra, mas tinha que pagar! Só que como estavam trabalhando na reconstrução, não recebiam por essa obra e ainda não podiam produzir pessoalmente para sustento, quem tinha alguma "folga" no orçamento viu nessa situação a chance de aumentar os lucros, pois seria correto o povo comprar e ter que pagar. Se não tinham com que pagar, entregavam suas terras, se vendiam como escravos para garantir o sustento, isso até o ano do jubileu, quando as posses voltavam para o antigo dono. Não haveria erro nessa transação.

Mas... o processo, nesse caso, era injusto! O povo não estava precisando de alimento porque não trabalhou por preguiça, ou porque não teve como produzir, ou ainda porque perdeu a produção. Todos estavam dedicados ao trabalho de reconstrução de Jerusalém! Não seria possível executar outros trabalhos. Não deixaram de lado as suas coisas ou tiveram qualquer problema, mas estavam trabalhando para o bem comum. Logo, o justo seria poderem trabalhar sem a preocupação de perder suas posses, pois até quem tinha condições de continuar trabalhando em suas propriedades teria lucros depois que a nação estivesse restabelecida! Era hora de somar forças e quem podia fazer uma coisa, faria e quem pudesse fazer outra, também faria e todos seriam abençoados com esse processo. Depois que tudo estivesse em ordem, ai poderia voltar a valer a questão de posses, venda de produtos e tudo mais. Agora era um momento diferente e era hora de somar forças para todos! Mesmo que cada um atuando em frentes diferentes.

Além dessa questão da venda de mantimentos, da definição de entregar posses e a própria vida para pagar as contas, ainda havia quem estivesse cobrando juros. Essa prática nunca foi recomendada na Palavra, principalmente em momentos de grande necessidade por parte de quem recebia o empréstimo (Êxodo 22.25, por exemplo). O empréstimo poderia ser feito, mas essa questão dos juros... O problema não está em ter lucros com seu próprio sustento e trabalho, mas nessa prática de juros, principalmente para com os necessitados.

Neemias chama o povo para um ajuste: como era tempo de reconstrução, cada um daria sua parte nesse processo e acabaria essa história de ser escravo, de tomar posse de terras e de cobrança de juros. Era hora de todos se juntarem para que a nação pudesse ser restabelecida e que cada um tivesse a chance e o direito de lutar por suas possibilidades. E, para isso, cada um daria algo e todos poderiam ter a chance igual. Mesmo que uns tivessem mais terras ou mais dinheiro que outros, todos poderiam recomeçar de forma igual, depois que tudo estivesse restabelecido.

Muitas vezes isso é necessário: todos se unem em busca de um objetivo e todos abrem a chance para todos crescerem. Quer no trabalho missionário ou mesmo na questão financeira: sempre devemos unir forças para nos ajudar e crescermos juntos. No trabalho missionário, cada um desenvolve a sua parte e todo o trabalho acontece. Se nos unirmos segundo o propósito do Senhor podemos fazer muito mais e nos ajudar sempre. Todos terão trabalho e chance de crescimento. Claro que o exemplo da Torre de Babel (Gênesis 11.1-9) nos deixa claro que nossa união deve ser para realizar o propósito do Senhor, quer seja no trabalho missionário ou até mesmo na questão profissional. Atos 2.1-13 mostra que quando a união segue a vontade do Senhor as coisas podem realmente acontecer. Se seguirmos esse propósito, estaremos e seremos abençoados, além de abençoarmos, sempre debaixo do cuidado do Senhor. 

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor


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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Não esqueça do principal...

Graça, Paz e Alegria!

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Ilustração

Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma caverna escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia:

- "Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa: Depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal...."

A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente:

- "Você só tem oito minutos."

Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou.

Lembrou-se, então, que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre!

A riqueza durou pouco e o desespero, sempre.

O mesmo acontece, às vezes, conosco. Temos uns oitenta anos para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte:

"Não se esqueça do principal!"

E o principal são os valores espirituais, a oração, a vigilância, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado...

Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado o essencial:

"Os tesouros da alma!"

Que jamais nos esqueçamos que a vida, neste mundo, passa rápido. E que a morte chega de inesperado. E quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerá as lamentações.

Portanto, que jamais esqueçamos do principal!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor


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