sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Não é esquisito que...

Graça, Paz e Alegria!

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Ilustração

Quando o outro não faz é preguiçoso.
Quando você não faz... Está muito ocupado.

Quando o outro fala é intrigante.
Quando você fala... É critica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto, é "cabeça dura".
Quando você o faz... Está sendo firme.

Quando o outro não cumprimenta, é mascarado.
Quando você passa sem cumprimentar... É apenas distração.

Quando o outro fala sobre si mesmo, é egoísta.
Quando você fala... É porque precisa desabafar.

Quando o outro se esforça para ser agradável, tem uma segunda intenção.
Quando você age assim... É gentil.

Quando o outro encara os dois lados do problema, está sendo fraco.
Quando você o faz... Está sendo compreensivo.

Quando o outro faz alguma coisa sem ordem, está se excedendo.
Quando você faz... É iniciativa.

Quando o outro progride, teve oportunidade.
Quando você progride... É fruto de muito trabalho.

Quando o outro luta por seus direitos, é teimoso.
Quando você o faz... É prova de caráter. 

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (6.16-18)

Graça, Paz e Alegria!

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Mateus 6.16-18

16 Quando jejuardes, não vos mostreis contristrados como os hipócritas; porque eles desfiguram os seus rostos, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa.
17 Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça e lava o teu rosto,
18 para não mostrar aos homens que estás jejuando, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.

Seguindo nossa meditação iniciada na semana passada (de 14/12/2017 - https://devocionais2017.blogspot.com/2017/12/comentario-devocional-do-evangelho-de_14.html):

O jejum deve ser praticado discretamente, como nos orienta Jesus no texto que motiva esta nossa meditação. Não é correto ficar contristado, ou de semblante abatido, para que os outros vejam. O importante é expressar a nossa humildade e dependência diante de Deus. Jejuar para dizer que é piedoso, é hipocrisia, Deus não aceita. Isto é ir diretamente contra o verdadeiro sentido do jejum.

A prática do jejum é de grande relevância para a vida cristã. Ela mostra ao nosso ego que dependemos de Deus. E esta dependência nos dá condições de tomarmos decisões acertadas e de termos uma vida de comunhão com Deus, desenvolvendo assim nossa prática cristã.

A Duração do Jejum

Na maioria das vezes, o jejum bíblico durava apenas um dia. Ia de pôr do Sol a pôr do Sol. Existem apenas três ocasiões de um jejum de quarenta dias: Moisés, Elias e Jesus. E todos foram em e por ocasiões muito especiais: Moisés estava praticamente dentro da glória de Deus, Elias recebera alimento de um mensageiro do Senhor e Jesus iniciaria o seu Ministério.

Não há uma regra de quanto em quanto tempo deve-se jejuar. Os fariseus jejuavam duas vezes por semana (Lucas 18.12), mas eram considerados hipócritas. Eles jejuavam apenas para mostrar alguma piedade.

Encerramos, permitindo o Senhor, na próxima semana!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Ouvir e Observar

Graça, Paz e Alegria!

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Ele, porém, lhes respondeu: Minha mãe e meus irmãos são estes que ouvem a palavra de Deus e a observam - Lucas 8.21

Apesar de muitas vezes termos a impressão que o texto Bíblico apresenta complicações, coisas que parecem difíceis para entender, na verdade, não é assim. A mensagem é bem simples! Ouvir a Palavra de Deus e observar!

Para ser conhecido como parte da família de Jesus, somos convidados a obedecer a Palavra e viver a vontade do Pai! E o Pai nos reconciliou Consigo em Jesus!

Que possamos notar a clareza que se apresenta na Palavra do Senhor. Que mesmo no que parece complicado para o entendimento, possamos ter a confiança da direção do Senhor para que possamos entender o que nos é revelado e que possamos entender que há coisas que não estão reveladas, pertencendo ao Senhor! E assim, que vivamos ouvindo e observando a Palavra do Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Conhecer, Reconhecer e Seguir

Graça, Paz e Alegria!

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Começou, então, a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do Homem padecesse muitas coisas, que fosse rejeitado pelos anciãos e principais sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto e que, depois de três dias, ressurgisse - Marcos 8.31

Muitas pessoas podem até reconhecer em Jesus Aquele que foi enviado para salvar o mundo. Mas seguir a esse Jesus é mais que reconhecer! Chegará o dia que toda língua vai confessar, vai reconhecer. Mas nem todos terão seguido ao Senhor Jesus!

Nosso desafio, então, é passar do simples reconhecimento, do saber que é, e viver de acordo com essa certeza. Essa realidade só é alcançada através do Discipulado, da Convivência, do Estudo da Palavra.

Pouco antes do texto que nos motiva hoje, os discípulos tinham reconhecido Jesus como Cristo! E depois desse reconhecimento, Jesus sabia que tinha de ensiná-los o verdadeiro caminho da vontade do Senhor.

Somos um povo que segue em direção ao céu. Mas durante nossos dias por aqui, ainda podemos encontrar buracos e complicações ao longo do caminho, quando Satanás vai tentar nos desviar de nossa rota.

Jesus, o nosso Salvador, já venceu, foi tentado em tudo como um ser humano e Ele é nosso Caminho, Verdade e Vida! Por ele, vamos ao Pai! 

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Comentário Devocional do Livro de Neemias (13.15-22)

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Leia Neemias 13.15-22

A observação do sábado era coisa séria! Não era o absurdo de se questionar se devia ou não ser consumido o ovo que a galinha viesse a botar no sábado, mas o sábado era o dia do Senhor, o dia de descanso mesmo. Jesus deixa claro que não era algo apenas legalista, mas algo de coração, ao citar exemplos de coisas que até poderiam ser feitas num sábado diante de uma necessidade. Mas no sábado não se devia "agendar" atividades corriqueiras! Se algo acontecesse e demandasse atenção, sem crise, mas não como atividade assumida para aquela data, antes como uma "emergência".

Diante da não observação, Neemias lembra que esse foi um dos motivos do cativeiro! E como o povo podia descuidar disso novamente? Era necessário tomar o devido cuidado.

Aí, havia o caso dos que vinham de fora da cidade para fazer negócios. Talvez alguns não observassem mesmo a lei e essa "guarda do sábado". Talvez outros observavam, mas como já tinham se acostumado a agir de outra forma, estavam "tentando pra ver no que dava". Mas para fazer negócios com quem observa isso, era necessário respeitar! Nem mesmo deviam ficar esperando para ver se algo poderia acontecer. Nem deviam vir!

Quantas vezes adaptamos a interpretação da Bíblia para "agradar" a uma coletividade. Não podemos fazer isso! Não se adapta a interpretação! Mesmo diante de "coisas novas" e que não existiam nos dias que a Bíblia foi escrita, podemos sim ter a devida recomendação da Bíblia e não podemos "adaptar" para tentar conviver melhor com outras pessoas. Precisamos observar o que nos diz a Bíblia e influenciar ao nosso redor, nunca o contrário!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

A cruz e a piscina

Graça, Paz e Alegria!

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Ilustração

Conta-se que um excelente nadador tinha um costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Alguém, intrigado com aquele comportamento lhe perguntou qual a razão daquele hábito.

O nadador sorriu e respondeu:

- Há alguns anos eu era um professor de natação. Tinha meus alunos e os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. 

Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança, aprendi que Jesus havia morrido para nos salvar pelo seu Precioso Sangue. Naquele momento as palavras de ensinamento vieram à mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. 

Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.

Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar. Desci pela escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. 

Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a DEUS que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar. Naquela noite fui salvo duas vezes e para nunca mais me esquecer, sempre que vou até a piscina molho o dedo do pé antes de saltar na água...

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (6.16-18)

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Mateus 6.16-18

16 Quando jejuardes, não vos mostreis contristrados como os hipócritas; porque eles desfiguram os seus rostos, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa.
17 Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça e lava o teu rosto,
18 para não mostrar aos homens que estás jejuando, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.

Vamos dividir a mensagem sobre esta porção em 3 semanas, permitindo o Senhor!

Encontramos na Bíblia ilustrações de muitas pessoas que jejuaram. No Antigo Testamento, podemos citar Moisés, que jejuou por quarenta dias antes de receber as tábuas da Lei (Êxodo 34.28); Esdras, por causa da infidelidade dos exilados (Esdras 10.6); no Novo Testamento, Cristo, durante o período no deserto, preparando-se para o ministério (Lucas 4.1-12); os líderes da igreja de Antioquia, antes de enviarem Paulo e Barnabé, e outros que ocorrem durante toda a história judaica e cristã. Mas o jejum não está restrito apenas ao passado, à época do Antigo e do Novo Testamento. O jejum é uma prática importante para nós hoje.

Porque e Quando Jejuar?

No passado, o povo jejuava por diversos motivos: quando estava de luto; em dificuldades ou à espera de auxílio divino; em preparação para ingressar numa tarefa dada por Deus; como maneira de esperar a resposta de Deus com relação a pedidos ou decisões que precisavam ser tomadas; em demonstração de arrependimento, constituindo uma forma de negar a si mesmo...

O jejum é uma maneira de nos desligarmos um pouco do cotidiano e centralizarmos nossas atenções em Deus, declarando total dependência dEle. “É mostrar a Deus que humildemente se espera por Ele” (ALLMEN, J.J. Von. Vocabulário Bíblico. Aste, São Paulo. 1972, p. 195).

O cristianismo adotou a prática do jejum. E da mesma forma, quando jejuamos, declaramos a nossa pequenez e dependência diante de Deus.

Retomamos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor